Este blog está sendo desenvolvido como pesquisa acadêmica pelos alunos do curso de Engenharia Ambiental, Sandro Casarotto, Juscelino Santos e Everton Sabin da Universidade de Santa Cruz do Sul, UNISC.Santa Cruz do Sul, 13 de março de 2009.

A célula a combustível é uma tecnologia que utiliza a combinação química entre os gases oxigênio (O2) e hidrogênio (H2) para gerar energia elétrica, energia térmica (calor) e água!
Conforme o site http://www.ambientebrasil.com.br/ as diferentes tecnologias de célula a combustível têm basicamente o mesmo princípio. São compostas por dois eletrodos porosos: o ânodo (terminal negativo) e o cátodo (terminal positivo), cada um revestido num dos lados por uma camada de catalisador de platina ou níquel, e separados por um eletrólito (material impermeável que permite movimento aos íons positivos – prótons - entre os eletrodos).
Conforme o site www.portalh2.com.br, uma das principais vantagens com relação a uma infra-estrutura de energia que utiliza o hidrogênio, é a diversidade de fontes energéticas para a sua obtenção. Esta diversidade significa de certa forma uma pulverização no poder sobre as fontes de energia. Esta é uma das missões do hidrogênio, pois podemos obtê-lo a partir da água, do biogás gerado a partir do esgoto ou biomassa, a partir do gás natural, do etanol, do metanol, do biodiesel, da glicerina (resíduo da produção de biodiesel), dentre outras fontes de hidrogênio, temos: 
Conforme o site http://www.ambientebrasil.com.br/ pelo fato de produzirem energia sem combustão e sem partes móveis, as células de combustível são, em média, até 25% mais eficientes que os motores a combustão interna, reduzindo a emissão de poluentes e também de dióxido de carbono na atmosfera.
Nosso objetivo é desenvolver uma pesquisa sobre o hidrogênio, uma das recentes fontes de energia alternativa em substituição aos combustíveis convencionamente utilizados. Exploramos desde o histórico até suas principais utilizações nos dias atuais.